RD - Newshttp://www.ricardoduailibe.com.br/Feed de noticiasMeteorologia econômica19-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16701670Folha de São Paulo, Janela, 19/set O promissor nível de investimentos que aquece a economia brasileira deverá perdurar ou sofrerá solavancos? A construção civil manterá o forte ritmo de crescimento com os benefícios mas também com os problemas derivados dessa expansão, ou terá de se preparar para outro cenário? Estas são algumas das questões a serem debatidas no Workshop de Conjuntura Econômica que o SindusCon-SP realizará nesta quinta-feira, das 10h às 12h, em sua sede. Idea­lizado pela Diretoria de Economia do sindicato, o evento se destinará a representantes de empresas associadas à entidade, sendo aberto à imprensa. No workshop, o professor dos cursos de MBA da FGV e colunista da revista Notícias da Construção, Robson Gonçalves, fará uma exposição sobre ´´Análise de Conjuntura e Desafios para o Próximo Governo´´. Na sequência, a coordenadora de Projetos da FGV, Ana Maria Castelo, falará sobre ´´Desempenho Recente da Construção´´, abrindo-se os debates. Será analisado o retrato mais atual do desempenho e das expectativas da construção.Trata-se da 44ª Sondagem Nacional da Construção, pesquisa realizada pelo Sindus­Con-SP em parceria com a FGV e o apoio da CBIC, ouvindo uma amostra qualitativa de 233 empresários de diversas regiões do país. No terceiro trimestre, o empresariado do setor manteve sua percepção favorável em relação ao desempenho atual e futuro de suas empresas, em nível ligeiramente menor que no primeiro semestre, mas ainda bastante acima do registrado no mesmo período em 2009. O mesmo grau de otimismo mais moderado foi registrado pelos respondentes da pesquisa com relação às perspectivas de crescimento econômico e ao avaliarem a condução da política econômica. Estes resultados denotam a crença do empresariado da construção civil de que o crescimento do país atingiu um patamar máximo e deve se acomodar daqui para a frente. Para superar os resultados do primeiro semestre, seriam necessários ainda mais investimentos em tecnologia e qualificação de mão de obra, o que dificilmente se concretizará. Os empresários também continuaram expressando preocupação em relação à inflação e aos custos dos insumos, porém menos do que no primeiro semestre. O alívio nessa percepção deve ser atribuí­do à relativa estabilidade de preços registrada nos últimos meses. Entretanto, o setor trabalha com a possibilidade nova elevação nos insumos, que só não ocorrerá se houver mais competição entre os fornecedores. Já a preocupação com as dificuldades financeiras aumentou, o que de uma certa forma é reflexo da subida dos juros ao novo patamar de 10,75% ao ano. Para assistir ao workshop, os representantes das empresas associadas ao SindusCon-SP e da imprensa devem se inscrever pelo e-mail caa@sindusconsp.com.br ou telefone (11) 3334-5600.Lazer19-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16691669O Estado de São Paulo, Direto da Fonte, 19/set Os operários que trabalham na construção do Shopping Granja Viana foram para o canteiro de obras ontem... curtir um dia de lazer. Trata-se do programa Tudo em Família, da Racional Engenharia.Imóvel na planta não tem juros21-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16681668O Dia, 21/set Construtoras não podem cobrar juros de parcelas do imóvel adquirido na planta. A decisão, por unanimidade, foi do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Feira21-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16671667O Globo, Ancelmo Gois, 21/set Termina amanhã a III Feira Secovi Rio de Condomínios no Sul América.Jovens, ambiciosos e com muita pressa20-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16661666O Estado de São Paulo, Naiana Oscar, 20/set Num andar baixo de um edifício na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, com vista para a alça de acesso de um viaduto, está o centro nervoso da maior incorporadora imobiliária do País, a PDG Realty - empresa que, no primeiro semestre deste ano, desbancou a liderança de mais de uma década da Cyrela. É a sede de uma gigante que chegou ao topo em sete anos, seguindo a cartilha dos bancos de investimento: equipe jovem, salários fixos baixos, bônus milionários e pressa, muita pressa - porque, como gostam de repetir seus executivos, ´´dinheiro custa no tempo´´. Dali, eles controlam as finanças da Goldfarb, da CHL e, de quatro meses para cá, da Agre. Além disso, a PDG tem participação minoritária em cinco empresas do ramo. No escritório da holding, os 32 funcionários - a metade, mulheres - têm em média 27 anos de idade. São recém-formados em faculdades de administração e economia, que vão trabalhar com mochilas nas costas, varam madrugadas, fins de semana e fazem plantão até nas férias, por um salário muito abaixo do mercado - a média é R$ 4 mil. Mas que pode ser multiplicado indefinidamente no fim do ano se as metas forem cumpridas. No ano passado, a empresa distribuiu R$ 28 milhões em bônus - ou 7% do seu lucro. O mais velho no escritório é o presidente, José Grabowsky, de 47 anos, o Zeca, um dos executivos mais bem-remunerados do País. Despojado, dispensa terno e gravata, não tem sala nem secretária, trabalha num ambiente sem divisórias, uma informalidade herdada do antigo banco Pactual, onde nasceu a PDG. Zeca e o inseparável Michel Wurman, diretor financeiro da incorporadora, já trabalhavam juntos no banco de investimentos de André Esteves e Gilberto Sayão. Sem nunca terem assentado um tijolo, os dois passaram a responder pelos investimentos imobiliários do banco e começaram a aplicar o ´´senso de urgência´´ de uma instituição financeira na construção civil. ´´O banco é medido por semestre e não podíamos, por exemplo, esperar a valorização de um terreno para gerar resultado´´, explica Zeca. ´´Era do prato para a boca.´´ Agressividade. Até 2006, apenas a Cyrela tinha faturamento acima de R$ 1 bilhão entre as empresas imobiliárias no Brasil. Foi naquele ano que a PDG entrou em cena com uma estratégia agressiva de crescimento por meio de aquisições, mas ainda como um jogador inofensivo. A incorporadora comprou participações na carioca CHL e nas paulistas Lindencorp e Goldfarb, que atua no segmento de baixa renda. Na época, a Goldfarb lançava 2,5 mil imóveis por ano. Em 2010, deve chegar aos 25 mil - um crescimento de 900% em quatro anos. Ao comprar uma empresa, a PDG costuma seguir um esquema padrão: de imediato, ´´ocupa´´ o departamento financeiro da companhia com profissionais de confiança e conhecedores da doutrina. Já nos primeiros meses, é preciso ajustar salários para enquadrar a empresa nas regras de meritocracia e fazer com que os novos funcionários também sejam movidos a bônus. A operação imobiliária segue nas mãos de quem entende. E disso os antigos donos não costumam reclamar. ´´Tenho autonomia para tomar decisões, estou focado em construir e não preciso me preocupar com fluxo de caixa, capitalização, relacionamento com investidores´´, diz Milton Goldfarb, fundador da Goldfarb. Os empresários ganham liberdade. Menos para descumprir as metas. ´´Tenho a impressão de que vou ser enforcado em praça pública se não atingir os objetivos´´, brinca Rogério Chor, fundador da incorporadora carioca CHL, a segunda a ter o controle adquirido pela PDG. Uma vez por semana, ele se reúne com Zeca e Michel para mantê-los informados sobre os principais números da empresa. ´´E eles não querem ouvir historinha, saber se a semana foi boa ou complicada. Eles querem resultado.´´ Para este ano, os ´´banqueiros´´ da PDG exigiram inicialmente um volume de vendas de R$ 730 milhões da CHL, que atua apenas no Rio. Chor teve de gastar muita saliva para convencer a dupla de que o valor era inalcançável. Conseguiu baixar a meta para R$ 680 milhões, com lucro de R$ 120 milhões. ´´Ainda assim, achávamos impossível, mas já lucramos R$ 65 milhões no primeiro semestre´´, diz o executivo. Depois da CHL, a PDG passou um tempo negociando novas aquisições sem muito sucesso. A mais recente e inesperada cartada foi a compra da Agre, em maio deste ano. A companhia, que surgiu da união de Agra, Abyara e Klabin Segall, levou a PDG ao topo do ranking. Na última sexta-feira, a PDG fechou o dia valendo R$ 11 bilhões na Bolsa - 10,7% a mais que os R$ 9,9 bilhões da incorporadora de Elie Horn. A Cyrela diz não se importar com a segunda posição. ´´O que vale é sermos os melhores e não os maiores´´, afirma Ubirajara Freitas, diretor geral da construtora. No mercado, o que se ouve é diferente. Quem o conhece diz que Horn começou a se sentir ameaçado em 2008. A sensação teria piorado este ano, com a compra da Agre, do empresário Luiz Roberto Horst. Beto, como é conhecido, já foi sócio da Cyrela e era um dos nomes apontados para suceder Horn. Estilo. A PDG encontrou a Agre em dificuldades e teve como primeira missão renegociar a dívida de R$ 1,3 bilhão. Em menos de 60 dias, o prazo foi estendido de 29 para 48 meses e as taxas, reduzidas. ´´Levaríamos pelo menos o dobro do tempo para chegar a esse resultado´´, admite Beto. O executivo diz que ainda está se habituando ao jeito PDG de tocar os negócios - muito mais ´´neurótico´´ e ´´urgente´´. ´´Criaram uma cultura que nem eles sabem dizer direito o que é. Ela surgiu oralmente, praticada no dia a dia´´, afirma. ´´O importante agora é colocar essa cultura no papel, para que ela possa ser transmitida para os mais novos e para que a empresa sobreviva à saída dos atuais líderes.´´ Numa empresa com dono, as regras do jogo são definidas pelos próprios fundadores. Em janeiro deste ano, quando o fundo que administrava o dinheiro dos ex-sócios do Pactual vendeu sua participação ao mercado, a PDG tornou-se a única corporação do setor no País. A Vinci Partners, empresa de investimento de Gilberto Sayão, tem uma participação inferior a 5%. Menos de 2% das ações estão nas mãos de executivos e mais de 90% são negociadas no mercado. O professor de Real Estate da Escola Politécnica da USP, João da Rocha Lima Jr., é simpático ao perfil nada personalista adotado pela PDG. ´´É uma postura amadora achar que um empreendimento se resolve por sensibilidade do empreendedor.´´ Para ele, sem a figura do dono e com uma origem diferente das concorrentes, a empresa cresceu sem alguns ´´defeitos´´ do setor, como o que leva controladores a se preocupar com questões menores da construção sem fazer uma leitura geral da empresa. Desafios. O futuro da PDG ainda é uma incógnita para os concorrentes. Quem vê o negócio de fora diz que a operação é tocada por executivos com muita experiência no ramo, mas que devem ficar pouco tempo na incorporadora. Um executivo do setor acredita que, como os donos das empresas compradas ficaram muito ricos, vai chegar um momento em que a motivação deles pelo trabalho cairá, desestabilizando a companhia. A PDG garante que está preparada para as futuras sucessões e diz que esse é um risco que afeta também as concorrentes, centralizadas na figura do fundador. ´´O fato é que tudo é muito recente e a PDG ainda não passou por um ciclo inteiro de comprar, pensar apartamentos, receber, vender e ter os clientes morando. A escola que eles criaram ainda está em teste´´, diz um executivo. Em construção21-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16651665O Globo, Negócios e Cia, 21/set A venda de materiais de construção no país cresceu em agosto pelo décimo mês seguido. A expansão sobre julho foi de 2,58%, informa a Abramat. Em relação a agosto de 2009, houve alta de 9,86%. Em oito meses, o avanço foi de 16,93%. A entidade, contudo, mantém a previsão de crescimento de 15% para o setor em 2010. É que este semestre será de desaceleração, por causa da retomada de fins de 2009. Também vai bem o emprego na indústria de materiais de construção. Mês passado, o número de vagas cresceu 0,63% sobre julho. Na comparação com agosto de 2009, o salto é de 12,33%.Secovi-SP: oferta reduzida de imóveis eleva aluguel21-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16641664Jornal do Commercio, 21/set Quem procurou um imóvel para alugar na capital no mês de agosto encontrou ofertas, em média, 1,3% mais caras do que em julho. Os preços das residências com três dormitórios foram os que mais subiram (2,5%) e o menor reajuste do mercado foi constatado entre os imóveis com apenas um quarto (0,5%). Os que tinham dois quartos tiveram alta de 1,5%, em média. De acordo com o levantamento do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), os valores dos contratos de locação subiram 11,4% nos últimos 12 meses até agosto. Essa taxa ficou bem acima do índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), utilizado como base nos cálculos de reajuste do aluguel, e que apresentou uma variação no mesmo período de 5,79%. O vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi, Francisco Crestana, disse, por meio de nota, que no início do semestre é natural ocorrer maior procura por imóveis, o que pressiona os preços. Outro motivo é que "está baixa a oferta de imóveis para locação no mercado paulistano". Os interessados em apartamentos tiveram mais dificuldades para encontrar imóveis vagos. O tempo médio oscilou entre 18 a 37 dias. Casas e sobrados puderam ser alugados mais rapidamente, entre 12 e 28 dias. A maioria dos contratos foi fechada com apresentação de fiador, forma de garantia solicitada pelos proprietários em 48% dos negócios. A alternativa de efetuar o depósito antecipado em valor equivalente a até três meses de locação foi um recurso utilizado em 32% dos contratos.Demanda imobiliária21-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16631663Jornal do Commercio, 21/ set A crescente demanda por crédito imobiliário vem preocupando, cada vez mais, representantes das diferentes esferas ligadas ao setor de construção civil, que alertam para um esgotamento dos recursos da poupança para este fim em cerca de dois a três anos. ´´Até 2013, teremos de criar novas fontes para continuar financiando o crescimento vigoroso na produção de imóveis´´, disse ontem o deputado federal Fernando Chucre, em evento na sede do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). No início deste mês, a Caixa Econômica Federal elevou a previsão para liberação de financiamento imobiliário em 2010 de R$ 60 bilhões para R$ 70 bilhões. Vendo ´´um sinal amarelo´´ já em 2012, o presidente-executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, ressalta que a ex¬pansão da oferta por crédito imobiliário deve ser suportada por medidas governamentais e por novas fontes de recursos. ´´Vejo potencial enorme de crescimento. Temos estoque de financiamento imobiliário baixíssimo. No Chile, por exemplo, fica entre 30% e 40% dos balanços dos bancos´´, disse ele. Setúbal alertou para a necessidade de se criar novos mecanismos de financiamento, apoiados em uma política de juros estáveis. ´´No financiamento imobiliário, a taxa de longo prazo tem que vir para baixo. Primeiro, reduzindo a Selic. É preciso ter uma política que leve à redução da taxa Selic, mantendo a taxa de longo prazo também em baixa.´´ O excesso de regulamentação na área imobiliária, resultado da escassez de crédito que acompanhava o setor até pouco tempo atrás, também foi apontada por Setúbal como um entrave para a ampliação da oferta de crédito. ´´O governo precisa pensar em uma estrutura de financiamento mais ágil, menos burocrática´´, afirmou. FONTES ALTERNATIVAS. Com o rápido avanço da demanda por crédito, alguns bancos já vêm ultrapassando o limite de utilização da poupança, que é de 65%. Esse cenário leva os agentes do setor a considerar urgente a busca por fontes alternativas de financiamento. ´´Qualquer fonte de recurso criada artificialmente será facilmente esgotada. A base do sistema de financiamento imobiliário será formada por recursos do mercado´´, disse Setúbal, que defende a maior utilização de ´´covered bonds´´, tradicionalmente usados na Europa, que funcionam como uma espécie de Letra de Crédito Imobiliário emitida pelos bancos. Já o presidente do Secovi-SP João Crestana, aposta em três frentes para complementar os recursos voltados a crédito habitacional: securitização, fundos internacionais e fundos de pensão, que ´´aplicam muito pouco no setor imobiliário, diferente do resto do mundo´´. Segundo Crestana, com a revisão dos ´´engessamentos´´ criados ao longo dos anos por parte do governo, os fundos poderão ter remuneração maior e, assim, competir com a poupança.Boom imobiliário estimula mercado de drywall no país21-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16621662Valor Econômico, Daniela D´Ambrosio e Stella Fontes, 21/set A pressa das construtoras em entregar seus imóveis e a nova onda de apartamentos flexíveis - nos quais o morador escolhe o modelo da planta - está movimentando o segmento de drywall, as paredes de gesso. Com um consumo ainda muito baixo no Brasil quando comparado a outros países, e mais restrito ao alto padrão, os fabricantes procuram investir em novas tecnologias e aplicações, além da parceria com as construtoras para disseminar o uso do produto no Brasil. De qualquer forma, a resposta da demanda já reflete no aumento das vendas e até na ampliação da capacidade produtiva de algumas fábricas. No país, são três multinacionais que atuam no setor e dividem o mercado com participações muito próximas, na casa de 30% : a francesa Lafarge, a alemã Knauf e a Placo, do também francês Saint Gobain. Uma quarta fabricante, de capital nacional e menor porte, a Trevo Drywall, opera em Juazeiro do Norte (CE) e não integra a associação do setor no país. Para este ano, a meta da indústria é fechar com aumento de 25% a 30% nas vendas. A Lafarge, há 15 anos no mercado brasileiro, pretende crescer 15% este ano no país. Segundo Mário Castro, presidente da divisão de gesso da Lafarge, as construtoras já representam 25% das vendas e foi o canal que mais cresceu no ano passado, com um aumento de 40%. A empresa criou uma equipe de vendas própria para atender o segmento. ´´Estamos focando nas construtoras porque elas abrem mercado no futuro para as reformas´´, afirma Castro. ´´Por conta da necessidade da velocidade da entrega dos imóveis, todas as grandes construtoras voltaram a usar drywall e o mercado começa a se abrir para as pequenas e médias´´, acrescenta o executivo da Lafarge. A divisão de gesso tem um faturamento equivalente a 10% do grupo Lafarge, o que representa cerca de R$ 150 milhões no Brasil este ano. A companhia francesa tem duas fábricas no Brasil, ambas localizadas em Pernambuco, nas cidades de Petrolina e Araripina. A Placo, que também está há 15 anos no país, espera crescimento entre 15% e 20% este ano. A empresa, que já havia ampliado em 15% a capacidade produtiva de sua fábricaemMogi das Cruzes (SP) no ano passado, vai atingir uma expansão de 50% este ano, chegando a 22 milhões dem2 de placas de gesso por ano. ´´A forte retomada do setor de construção civil nos fez adiantar os investimentos´´, diz Sandro Maligieri, diretor-geral da Placo. A empresa vai investir 35% do seu faturamento anual - que não revela - na ampliação. A Saint Gobain está reunindo várias áreas de materiais de construção, inclusive gesso, para desenvolver produtos mais baratos para imóveis populares. Já a Knauf, última entre as multinacionais a chegar ao Brasil, começa a estudar planos de expansão, que podem ser executados em dois anos. Por enquanto, de acordo com o presidente da companhia alemã, o complexo industrial de Queimados (RJ), inaugurado em 1999, tem capacidade instalada para atender à demanda crescente - hoje, as linhas podem produzir 13 milhões de metros quadrados ao ano. Além disso, a Knauf tem concentrado cada vez mais suas vendas no mercado interno, uma vez que as exportações deixaram de ser interessantes sob as atuais condições de câmbio. ´´Neste ano, devemos exportar a metade do que foi em 2009´´, diz Gunter Leitner, presidente da alemã e da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall. Apesar da perspectiva positiva, os produtores sabem que têm um árduo trabalho pela frente: derrubar o estigma de que o drywall é um produto caro e não oferece resistência e isolamento adequados. ´´Isso ocorre por conta da comparação errada. O drywall pode ser mais barato, por conta da rapidez que confere às obras, e é o único que atende a todas as normas´´, defende Gunter Leitner. Nas salas nacionais de cinema, predomina o sistema de drywall, equipado com isolantes térmicos e acústicos. ´´Também por isso, as indústrias começam a usar a tecnologia.´´ Além de ser uma construção mais rápida e limpa - sem a formação de entulhos e portanto, também, mais sustentável - a parede de gesso é mais fina e leve que a alvenaria convencional, o que diminui o gasto com estruturas e fundações. São justamente essas vantagens para as construtoras que fazem com que o produto ainda encontre uma certa resistência no mercado. Parede fina passa a impressão de isolamento acústico menor. ´´A culpa é da parede, mas o barulho passa por conta de uma série de outros itens, como laje, portas e janelas´´, diz Castro, da Lafarge. Para mudar essa imagem, as empresas comemoram o fato de o drywall ter sido o primeiro sistema construtivo a atender as normas térmicas e acústicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), criadas este ano. Fabricantes veem aumento de até 30% no consumo O uso de drywall na construção civil brasileira cresceu 35,7% no primeiro semestre, para 14,6 milhões de metros quadrados de chapas, de acordocomdados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall. Nos seis últimos meses do ano, a expectativa é a de manutenção da trajetória ascendente, porém em ritmo menor, umavez que a base decomparação será mais forte. Assim, no acumulado de 2010, a taxa de expansão deve ficar entre 25% e 30%. De acordo com o presidente da entidade, Gunter Leitner, as taxas de expansão verificadas no semestre e no primeiro trimestre (34,9%) foram superiores às de evolução do PIB da construção no país, o que confirma que a tecnologia vem ganhandoespaço no mercado nacional, sobretudo na esteira de novas aplicações. ´´Em algumas construções de aço, por exemplo, o drywall passou a ser utilizado como fechamento. Isso é recente e mostra que também há alguma migração´´, afirma. Conforme balanço semestral da associação, o Estado de São Paulo permanece como principal centro consumidor no país, com fatia de 47% nos seis primeiros meses de 2010. Para o presidente, o peso dos paulistas pode ser atribuído ao tamanho do mercado imobiliário regional. ´´De longe, é o Estado com maior população, o que também explica o fato de ser o mercado mais dinâmico´´, acrescenta. Os demais mercados do Sudeste responderam por outros 20% do total consumido nos primeiros seis meses do ano e o Sul, por 15%. O Centro-Oeste, no mesmo período, ficou com 10% e o Nordeste, 8%. Segundo Leitner, o sistema, atualmente, é utilizado tanto em construções residenciais quanto comerciais, porém é notório o crescimento acelerado no primeiro segmento. O consumo per capita no Brasil é de 0,08 metro quadrado por habitante, contra 10 nos Estados Unidos. A penetração ainda é muito baixa porque as paredes de concreto ainda não são usadas na chamada autoconstrução, também conhecida por consumo ´´formiguinha´´. Aliansce cria divisão para vender espaço aéreo de shopping21-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16611661Valor Econômico, Daniele Madureira, 21/set Certa de que o potencial econômico gerado por um shopping vai além dos pavimentos de lojas e estacionamentos, a Aliansce decidiu criar uma divisão para cuidar apenas dos empreendimentos imobiliários instalados em anexo aos seus centros de compras. A nova área vai se dedicar à venda do ´´espaço aéreo´´ dos shoppings para incorporadores interessados em levantar torres residenciais e comerciais nesses locais. Com isso, a Aliansce reforça a tendência do mercado, já verificada com outros grandes empreendedores como BR Malls, Multiplan e JHSF, de criar empreendimentos multiuso, que reúnem em um só espaço lazer, trabalho e residência. ´´Não queremos concorrer com incorporadores já estabelecidos no mercado´´, diz Henrique Cordeiro Guerra, diretor executivo e de relações com investidores da Aliansce. ´´Vamos procurar parceiros para explorar o potencial desses empreendimentos, em complexos multiuso´´, diz. O diretor responsável pela nova área será Gilberto Alves Costa, que está deixando a sociedade na carioca Prodomus Assessoria Imobiliária para se dedicar ao projeto. ´´Selecionamos 11 dos 16 shoppings da Aliansce com potencial de construção significativo´´, diz Costa. Segundo ele, as salas comerciais próximas de shopping costumam ter valorização de 15% a 20% e, as residências, de 10% a 15%, em média. A empresa já trabalhava em projetos multiuso, como no Boulevard Shopping Belo Horizonte, que será inaugurado em outubro. Serão três pavimentos de lojas, três de estacionamento e, acima deles, será construída uma torre de 17 andares, comercial, cujo projeto já está aprovado. Agora a empresa terá mais foco na oferta dos espaços a parceiros. ´´Há muita sinergia entre um shopping e uma torre comercial, por exemplo, no que se refere a estacionamento´´, diz Costa. De acordo com Guerra, a Aliansce poderá vender o espaço para um incorporador levantar as torres, ou adotar um sistema de permuta (em que recebe como pagamento algumas unidades para venda ou aluguel), ou ainda desenvolver por conta própria. ´´Nosso objetivo é atingir receita de R$ 100 milhões, dentro de dois anos, com esses espaços anexos´´, diz. ´´O VGV [valor geral de vendas] desses 11 empreendimentos soma R$ 1,2 bilhão´´, diz Guerra. Ao todo, a Aliansce tem participação em 13 empreendimentos que estão em operação e em outros três em construção. A área imobiliária não vai atender shoppings que são apenas administrados pela Aliansce. ´´Não vamos desenvolver projetos que não estejam acoplados aos nossos empreendimentos´´. Um luxo de aluguel21-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16601660Folha de São Paulo, Mercado Aberto, 21/set A 5ª Avenida, em Nova York, é o endereço com o aluguel mais caro no mundo no segmento de varejo de luxo pelo nono ano consecutivo. É o que revela pesquisa anual da Cushman & Wakefield. O preço médio do aluguel na região subiu 8,8% neste ano, para US$ 22.604 o metro quadrado por ano. Os preços das locações em Londres superaram neste ano os de Paris, que ocupava até então o posto da capital europeia mais cara. No Brasil, o líder é o Shopping Iguatemi (SP), cujo preço do aluguel saltou da 15ª posição em 2009 para a 11ª.Calçadas do Centro terão rampas de acesso22-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16591659O Globo, 22/set Secretaria municipal de Conservação e Serviços Públicos iniciou, nesta terça-feira, um programa de reconstrução das calçadas do Centro do Rio. A previsão é que até o fim de 2011 as calçadas tenham 300 novas rampas de acesso para portadores de deficiência. Para marcar o início do trabalho, a Secretaria de Conservação entregou concluída terça-feira, no Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, a rampa de acesso ao prédio da Secretaria municipal da Pessoa com Deficiência, que fica na Avenida Presidente Vargas. Segundo o secretário de Conservação, Carlos Roberto Osório, a prefeitura está trabalhando com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida à população e melhorar a acessibilidade. A prefeitura também já iniciou a retirada de fradinhos de mais calçadas da cidade: além da orla da Zona Sul, a ação foi estendida à Barra.Torre22-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16581658O Globo, Ancelmo Gois, 22/set Oscar Niemeyer, nosso gênio incansável, desenhou torre panorâmica para ser construída no Caminho Niemeyer, em Niterói. O monumento terá 60 metros de altura (a mesma do vão central da Ponte Rio-Niterói) e será erguido próximo ao Teatro Popular e a Estação das Barcas. O edital de licitação para a obra de R$ 20 milhões vai ser lançado pela Secretaria estadual de Obras amanhã, e a construção deve começar em novembro. Ali, haverá um centro de informações turísticas - além da vista deslumbrante da Cidade MaravilhosaEfeito Comperj22-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16571657O Globo, Negócios e Cia, 22/set AS Construção e Adriano Soares Empreendimentos vão lançar no mês que vem um centro empresarial em Itaboraí, com o Grupo Integração. 0 Hellix Business Center tem valor de vendas estimado em R$ 65 milhões. Terá 156 salas comerciais, 57 lojas e hotel com 108 quartos, da rede InterCity. As vendas ficarão a cargo da Patrimóvel-Niterói, da Brasil Brokers, que abriu filial no município.Hotelaria22-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16561656O Globo, Negócios e Cia, 22/set A rede Mercure está com um pé em 2011. Dá descontos de até 30% em reservas antecipadas para o réveillon nos hotéis de Rio e Niterói.Ano novo22-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16551655O Globo, Negócios e Cia, 22/set A rede Mercure está com um pé em 2011. Dá descontos de até 30% em reservas antecipadas para o réveillon nos hotéis de Rio e Niterói.Caesar Park Angra22-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16541654O Globo, Negócios e Cia, 22/set A Fator Realty está lançando o Angra One, em Angra dos Reis. O empreendimento combina hotelaria e unidades residenciais. O projeto de R$ 150 milhões terá a marca Caesar Park, do Grupo Posadas. Serão 55 villages de três ou quatro quartos e 158 unidades hoteleiras, com preços a partir de R$ 250 mil. As vendas começam nesta sexta.Caesar Park Angra dos Reis22-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16531653Monitor Mercantil, 22/set No mês de outubro as unidades do Caesar Park Angra dos Reis Condomínio Angra One começarão a ser vendidas. O empreendimento está sendo construído objetivando a conquista da Bandeira Azul, tornando-se a primeira praia da região da Costa Verde de acordo com os padrões internacionais de qualidade. Essa distinção é atribuída anualmente pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE) a praias que cumpram um conjunto de requisitos de qualidade ambiental, segurança, bem-estar, infra-estruturas de apoio e sensibilização ambiental. As praias distinguidas ficam autorizadas a ostentar a bandeira oferecida pela FEE na época balneária. Os villages do Angra One possuem 226 m2 e 4 suítes, têm suas varandas com vista para o mar, ilhas e montanhas. Todos os villages estão situados à beira-mar, entretanto com vista para as montanhas também. Possuem, ainda, área de lazer reservada, com piscina, espaço gourmet e Spa completo. O hóspede vai ter o conforto de ter seu village limpo e arrumado uma vez por semana e todo suporte de um Concierge 5 estrelas. Além de tudo isso, o condomínio oferece uma estrutura exclusiva, independente do hotel, com quadras de tênis, pista de cooper, playground, fitness ao ar livre, centro de convenções, heliponto, entre outras mordomias. Informações pelos tels.: 9405-8702/ 7715-2480, Silvia Mendonça. Venda de material de construção cresceu 9,8 porcento em agosto22-09-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16521652Monitor Mercantil, 22/set Uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) mostrou que as vendas do setor no mercado interno, em agosto, o índice de vendas ficou 9,86% acima do registrado no mesmo período do ano anterior e 2,58% superior em relação a julho. Já na comparação entre janeiro a agosto com o mesmo período do ano passado, as vendas aumentaram 16,93%. De acordo com a Abramat, a performance demostra que realmente haverá crescimento de 15% no ano. Também, segundo a pesquisa, em agosto, o nível de empregos gerados pela indústria cresceu 12,33% ante agosto de 2009 e 0,63% na comparação com julho. No acumulado nos últimos 12 meses, o faturamento do setor apresentou crescimento de 8,08% em relação aos 12 meses anteriores. Entretanto, o estudo demostra que, pela primeira vez no ano ocorreu uma inversão quando se divide a produção da indústria entre materiais de base e de acabamento, na comparação entre agosto de 2010 e o mesmo mês do ano passado. Enquanto os fabricantes de itens de acabamento tiveram resultados 14,82% maiores, na indústria básica esse indicador ficou em 7,34%. De acordo com o presidente da Abramat, Melvyn Fox, o ritmo de vendas no acumulado do ano tem desacelerado há dois meses. Com isso, Fox acredita que esse índice tende a atingir os 15% até o final do ano. A Abramat, explica, em nota, que os resultados demonstram que o faturamento continua crescendo, mas em um ritmo menor do que o observado no primeiro semestre deste ano, porque a base de comparação do segundo semestre Inflação do aluguel acumula alta de 7,76 porcento22-07-2010http://www.ricardoduailibe.com.br/ver_noticia.php?id=16511651Extra, 22/set A Fundação Getulio Var¬gas (FGV) divulgou, ontem, a segunda prévia do índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de setembro, que registrou variação de 1,03%. No acumulado do ano, a elevação chega a 7,76%, superior à registrada nos últimos 12 meses, de 7,64%. Como o IGP-M serve como base para o reajuste de aluguéis, o acumulado do indicador até o momento deve ser referência para a correção dos contratos de locação com aniversário em outubro. De acordo com o Sindicato da Habitação (Secovi Rio), o valor médio para locação de um apartamento de dois quartos em Vila Isabel, na Zona Norte, é de R$ 699. Em Bangu, na Zona Oeste, a média para o mesmo tipo de imóvel é de R$ 503. Na Zona Sul, onde os aluguéis são mais caros, o custo da locação chega a R$ 4.012, no Leblon. Para o mesmo período de coleta (entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência), a variação do mês de agosto havia sido de 0,55%. O índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que tem o maior peso no indicador, apresentou alta de 1,45%, com aceleração ante os 0,89% contabilizados no mês anterior.